Como um curso de Portugol, jogos e uma didática que entende o cérebro TDAH estão me fazendo encarar a programação de forma totalmente nova. E por que isso pode ser a chave para você também.

Aos 30 e tantos anos, morando na Irlanda e cercado de experts em tecnologia, decidi que era hora de encarar o dragão: aprender a programar do zero.

Não foi uma decisão fácil. Medo, ansiedade e aquele pensamento de “será que meu cérebro TDAH dá conta?” eram barreiras diárias.

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Até que um amigo, meu ex-estagiário da Gerdau, me jogou uma recomendação que mudou tudo: o curso “Programação para Iniciantes usando Portugol Studio”, do professor Elieser A. de Jesus, na Udemy.

Este texto não é uma review. É o relato de como encontrar o método certo pode virar a chave para qualquer iniciante.


🟦 Não é sobre syntax, é sobre pensar.

A primeira grande lição que o Elieser me ensinou é que programação não se aprende decorando comandos. Aprende-se construindo uma nova forma de raciocínio.

O curso começa do absoluto zero: pseudo-código e fluxogramas. Parece chato? É a parte mais importante. É o alicerce. É aqui que você entende o “porquê” de cada coisa, antes do “como”.

“O objetivo não é você aprender uma linguagem, é aprender a lógica por trás de toda e qualquer linguagem.” — Elieser A. de Jesus, no curso.

🟦 A Didática que Prende a Atenção (Até a Minha, de TDAH!)

Isso foi mágica para mim. O Elieser não só explica de forma clara, mas ele usa uma arma secreta: jogos.

Uma das ferramentas didáticas que usamos é o ProProfs Games, com puzzles clássicos como o do Lobo, Ovelha e Repolho. Você precisa aplicar a lógica de programação para resolver o problema step-by-step.

É impossível ficar entediado. É aprender fazendo, errando, tentando de novo. Para um cérebro que busca novidade e recompensa imediata (como o TDAH), isso é ouro puro. Mantém o foco e a motivação altíssimos.

🟦 🟦 Por Que Isso é Tão Revolucionário Para Um Iniciante?

Muitos cursos jogam você de cabeça no Python ou no JavaScript com “Hello World” e depois você se perde em erros de syntax sem entender a lógica por trás.

O método do Elieser faz o oposto:

  1. Remove a barreira da linguagem complexa: Portugol é em português, literalmente. Você se preocupa apenas com a lógica.
  2. Torna o abstrato em concreto: Ver um fluxograma tomar forma visualmente é muito mais fácil de entender do que um bloco de código.
  3. Cria confiança: Quando você finalmente for para uma linguagem “real”, você já terá a parte mais difícil na cabeça: a lógica.


E aí está o meu maior aprendizado: não existe “nunca ser bom” em programação. Existe ainda não ter encontrado o método que fala a sua língua.

Estou aqui, na Irlanda, construindo meu futuro em dados. E cada linha de pseudo-código que escrevo no Portugol Studio é um bloco nessa construção. Um bloco de confiança, de entendimento e de clareza.

Se você, assim como eu, já sentiu que programação era um monstro indecifrável, talvez a jornada não comece com Python, mas sim com um jogo de lobo, ovelha e repolho.

Sigo construindo. Bloco por bloco. E linha de código por linha de código.


Para saber mais sobre o curso que estou fazendo:
Programação para Iniciantes usando Portugol Studio

PS.: Este não é um post patrocinado. É uma genuína recomendação de algo que está funcionando para mim na minha jornada.


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