Vida na Irlanda

📊 Aos 30+, eu percebi que não era “difícil demais”. Eu só estava começando errado.

24 de novembro, 2025 · 4 min de leitura

Quando eu decidi entrar na área de dados, já tinha passado dos 30.
E eu lembro exatamente da mistura de sentimentos:

Ambição.
Medo.
Uma sensação silenciosa de estar “atrasado”.
E o pensamento que mais me perseguia:
“Por onde eu começo sem parecer um idiota?”

Hoje eu sei que esse pensamento não é meu é de praticamente todo profissional 30+ que cruza o caminho do Power BI pela primeira vez.

Mas naquela época, eu fiz o que quase todos fazem:
Comecei errado.


O início que quase me fez desistir

Lembro da primeira vez que abri o Power BI.
A interface parecia falar uma língua que eu não conhecia.
Fui para o YouTube, como qualquer pessoa faria, e me vi preso numa espiral infinita:

“Instale isso.”
“Clique aqui.”
“Use DAX.”
“Relatórios complicados que você deveria saber produzir.”

De repente, eu estava tentando resolver problemas que nem entendia.
Comecei a achar que talvez não fosse “pra mim”.
Que talvez eu tivesse chegado tarde demais.

Eu quase abandonei ali.
Mas percebi algo que mudou tudo:

Eu não estava errando no Power BI.
Eu só estava começando pela porta errada.


O momento em que virei a chave

O que destravou meu aprendizado foi algo simples:
Voltar pro básico sem vergonha.

Importar dados.
Criar gráficos simples.
Entender como as peças se conectam.
Mexer sem medo de quebrar.

Comecei a enxergar o Power BI como alguém que organiza a bagunça da minha vida, não como uma ferramenta que exigia genialidade.

O que parecia complexo virou… lógico.
O que parecia técnico virou… visual.

A verdade?
O Power BI não exige genialidade.
Ele exige apenas que você comece do jeito certo.


Se você tem 30+, isso importa mais do que você imagina

Porque quando você passa dos 30:

E isso muda completamente o jogo.

É por isso que a escolha do primeiro curso faz uma diferença absurda.
É por isso que tanta gente se frustra no segundo mês.
E é por isso que alguns avançam e outros desistem.

A diferença entre os dois grupos está no início, sempre no início.


O mapa que eu queria ter recebido aos 30

Se eu pudesse voltar no tempo, eu diria para mim mesmo:

“Não tente aprender tudo.
Aprenda o que te faz andar.”

E isso significa:

1. Comece com cursos simples e estruturados.
(Microsoft Learn, Udemy, LinkedIn Learning.)

2. Pratique com dados reais da sua vida.
(Seu Excel doméstico vale ouro.)

3. Crie um dashboard simples o quanto antes.
(Este é seu primeiro portfólio.)

4. Ignore tudo que parece avançado demais no início.
(DAX complexo é para depois, não para agora.)

Esse é o mapa.
Simples. Limpo. Real.


A pergunta que você precisa se fazer hoje

Você está realmente atrasado?

Ou só estava seguindo um caminho que nunca foi pensado para pessoas 30+ que querem mudar de área, gerar novas oportunidades e provar para si mesmos que ainda há muito jogo pela frente?

Honestamente?

Você não está atrasado.
Você só não tinha o início certo.

Agora tem.


Se isso fez sentido pra você…

Deixa um comentário.
Não para “engajamento”, mas porque eu quero saber se você quer que eu escreva a próxima parte:

📌 Como montar seu primeiro portfólio em 7 dias, mesmo começando do zero.

Porque se o início te destravou… o portfólio te coloca no mercado.

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